Estudantes usam Minecraft para recriar monumentos no Oriente Médio

— Quisemos fazer um jogo que ajudasse na solução de problemas e na conscientização da responsabilidade que a humanidade tem perante seus patrimônios — declarou o professor à Anba. 

De acordo com ele, a ideia é que a atividade desafie os alunos de uma forma diferente, trazendo à tona desde conceitos matemáticos até noções de geografia, história e antropologia.

Disponível em mais de 30 países, o projeto também propõe uma reflexão sobre os monumentos recriados virtualmente, destruídos durante guerras e ataques terroristas. De acordo com Tupy, a iniciativa ajuda os estudantes a “desenvolver uma empatia global” e compreender a “variedade de culturas e comportamentos no mundo”. 

— Ao reconstruir estes patrimônios, o jogo ajuda na construção de conhecimento e pode até ter valor de documento histórico — conclui Tupy.

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